Os primeiros passos na Ásia…

•25 janeiro 2012 • Deixe um comentário

A viagem para Joanesburgo foi tranqüila. Demorou, mas foi bem melhor que outras que já fiz de ônibus. A Intercape parece ser uma boa empresa. Erna, uma sra. sul africana foi ao meu lado. Ela seguia para Moçambique e conversamos bastante. Ela mora perto na famosa Rota Jardim, a apenas 10 minutos do mais alto bungy jump do mundo, onde estive em 2010. Erna será avó em breve e estava muito feliz. Nos intervalos das nossas conversas, ela tricotava um casaquinho para a futura neta e eu dormia durante a primeira noite de viagem. Logo pela manhã, chegamos e me despedi dela. De lá, peguei o ônibus para o Gautrain, que é o moderno trem construído para a última Copa do Mundo de futebol. Ele liga a cidade ao aeroporto. Mais uma noite a bordo e cheguei em Bangkok .O vôo foi ótimo e não tem como não comentar: o serviço da Thai Airways é excelente. Não só eu, mas os outros passageiros também pareciam surpresos. Que bom, isso é raro hoje em dia!

Ah, Asia, que lugar incrível! Estava com saudades! Pena que desta vez, minha passagem pela capital Tailandesa foi relâmpago, com um dia de trem (e lá foi a terceira noite a bordo) até chegar na Malásia, que é onde, de fato, começa o post…

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De manhã, parada na fronteira para imigração e após os procedimentos normais, o trem seguiu. Conheci John, um norte americano engraçado que vive na Malásia há nove anos. Agora ele está voltando para os Estados Unidos, mas disse gostar do país, da comida e da vida por lá. O único problema, segundo ele, é Kuala Lumpur, a capital, que ele compara a um zoológico. Mais tarde eu entenderia onde ele queria chegar com a comparação.

Desembarquei em Butterworth, troquei dinheiro e caminhei até o porto, bem perto. Lá, peguei a ferry e atravessei para Penang, uma grande ilha no norte da Malásia, onde eu encontrei Lan, minha amiga desde os tempos em que morei na Nova Zelândia. Ela viveu na mesma casa que eu durante alguns meses e é uma das pessoas de lá que ainda tinha contato. Nesses últimos cinco anos, ela morou na Escócia e retornou há apenas seis meses para a Malásia, após um pequeno retiro no Nepal. Desde que voltou ao seu país de origem, está empenhada no seu negócio próprio, a Mettalan, empresa de camisetas e bolsas pintadas a mão. Faz tudo em casa e vende essas peças no Pulau Tikus,  um dos principais mercados de rua de Penang. Está feliz da vida e eu fiquei contente de reencontrá-la e vê-la assim!

Confesso que pensava que Penang era menor. Lá vivem aproximadamente um milhão e meio de pessoas e há muito o que fazer. Lan foi uma ótima guia e mesmo super atarefada com seu trabalho, me levou para passear bastante. Mesmo assim ela ficou se sentindo culpada de não ter podido se dedicar mais.

Durante meus dias em Penang, comi bastante, conheci o centro da cidade, que é patrimônio histórico pela UNESCO, comi mais um pouco, fui ao Parque Nacional de Penang, que é uma reserva incrível, me alimentei, fiz um trekking em Penang Hill com uma turma bem divertida, provei alguns pratos das culinárias Indiana, Chinesa e Malaia, fui à praia da ilha de Langkawi e comi mais um pouco! Pois é, comi demais. E que comida boa! Aliás, todos os amigos de Lan que eu encontrava me perguntavam: “está gostando de Penang? E a comida, o que achou?” É, achei demais! E ainda por cima, super barata! Se não fossem as trilhas, caminhadas e nadadas, eu provavelmente entalaria na próxima porta de trem.

Além da comida, outra coisa que me chamou a atenção na minha estréia na Malásia, foi a mistura de culturas, religiões e costumes. Indianos, chineses e malaios vivem em harmonia, se respeitam e levam a vida com alegria. Pelo menos foi essa impressão que ficou para mim, confirmada pela minha amiga, que disse que essa é a realidade.

Na despedida, só para não perder o costume, Adam e Michelle, amigos de Lan, junto com a pequena Natasha, filha de 2 anos, nos levaram para um jantar em um local não turístico (é disso que eu mais gosto!) . Era uma grande feira de rua, onde fomos passando e escolhendo todos os pratos. Depois, na volta, passamos pegando e pagando, para, enfim, desfrutar do banquete. Que delícia! De lá, uma caminhada pela barragem e uma sensação muito boa, quase que como se estivesse com amigos de muitos anos passeando na minha cidade. De quebra, Natasha havia perdido a vergonha, me chamava de Uncle Dan e já ia até de cavalinho nos meus ombros.

Encontrar velhos amigos é sempre bom. Me sinto bem, feliz em manter esses laços e perceber que as pessoas também ficam contentes com isso. Posso dizer que essa passagem por Penang foi especial!

De trem, com meu Rail Pass comprado por U$ 35 para viajar a vontade pela Malásia por até 5 dias, embarquei  para Kuala Lumpur e chegando lá, cansado, lembrei do comentário do viajante John (aquele do começo do texto), mas isso é papo pro próximo post!

A viagem segue por aqui, pelo facebook do mochileiro e pelo twitter! Nas redes sociais, outras fotos e algumas dicas, além de links de lugares interessantes para conhecer!

Table Mountain: a primeira maravilha!

•16 janeiro 2012 • 3 Comentários

De manhã, após um café, ajudei Stefan a mandar um email para o irmão (ele não tinha email próprio, mas possuía o endereço do irmão). Mandei através do meu email. Nos despedimos e ele seguiu para a estação de trem. Gostei de conhecê-lo. Um sr. bacana, viajante das antigas. Carregava uma maleta prateada e um saco plástico com algumas coisas. Sereno.

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Aproveitei a internet do albergue, descarreguei arquivos e carreguei as baterias das câmeras. Comprei meu ticket do Cable Car para subir na Table Mountain e saí com meu novo equipamento rumo a primeira maravilha natural da minha viagem! E não é que o brinquedo fez sucesso na tal da Montanha Mesa?! O pessoal parou pra perguntar o que era aquilo, se eu mesmo tinha feito, de onde eu era, etc.

Bom, de volta ao trabalho, entre uma abordagem e outra, eu ia registrando essa fantástica montanha. Um grande planalto de 3 km de extensão a mais de 1.500 m de altura. Tudo isso protegendo uma cidade linda como Cape Town. É fantástica mesmo e merece o título de Maravilha Natural do Mundo!

Logo as boas lembranças de 2010, quando fiquei aqui em Cape Town e trabalhei como voluntário na Copa, vieram à minha cabeça!

O por do sol chegou e encontrei com um pessoal do ônibus! O frio veio com força e ventava muito. Fomos quase os últimos a descer, às 22h. Dividimos um taxi e eu fiquei no hostel para deixar minhas coisas. Depois, ainda saí para uma cerveja, mas voltei logo, pois estava bem cansado! Banho e cama!

No dia seguinte saí para conhecer Signal Hill, uma pequena montanha mais próxima da costa, de onde é possível ver a Table Mountain de um outro ângulo. Bem nesse dia houve um incêndio por lá, então não permitiam a subida de carros. Fiquei a pé e a caminhada foi longa! Em certo ponto, avistei uma “casinha” bem de longe e fui até lá para conhecer. Xereta, enfiei o cabeção pela porta para olhar se havia alguém e ouvi um barulho. Tirei a cachola rapidamente e fiquei por perto lendo as instruções da placa de entrada. A primeira era “Dargan é um local para orar e glorificar Allah, o todo poderoso”. Depois disso vinham as regras de como se portar no local, mas minha leitura foi interrompida por um tipo estranho (ele provavelmente me viu assim também!), moreno, de barba grande meio grisalha, que apareceu na porta e me perguntou o que eu queria. Antes que eu completasse minha resposta dizendo que eu estava apenas caminhando e resolvi parar para conhecer o local, ele engrossou e disse que era perigoso enfiar a cabeça onde não conhecíamos, pois podia acontecer dela ser cortada. Uma simpática recepção que veio seguida de um “Tire os seus sapatos e entre logo. Esse lugar é sagrado.” Pensei: pois é, eu percebi! Fiquei um tempo por lá, fiz minhas preces (dessa vez, com um dos olhos aberto) e depois fui embora. Ele resmungou algo pedindo para eu deixar uma doação, mas eu achei melhor dar no pé rapidamente. Confesso que fiquei mais atento durante o resto do caminho…

Desci a montanha, peguei duas caronas e fui ao Waterfront. De lá, me despedi da cidade, já que no dia seguinte eu pegaria o ônibus (medo!) para Joanesburgo!

Em breve, o primeiro post da Ásia! Nos vemos por aqui e nas redes sociais!

Windhoek / Cape Town: uma loooonga viagem!

•11 janeiro 2012 • 5 Comentários

Arrumei as coisas no hostel, fui até o correio, escrevi um pouco e, depois do almoço, segui para o local da saída do ônibus. O calor era ridículo (sim, essa é a palavra). Sem brincadeira, fazia uns 40 graus. Cheguei cedo, umas 16h30 e o ônibus só saiu as 18h. Tudo bem, por estar lá antes, pude guardar minhas coisas com calma e escolher um bom assento, na saída de emergência, perto do ar condicionado e na janela. Desse lado só sentavam duas pessoas e do outro iam três passageiros. Só esperava agora pra ver quem sentaria ao meu lado…

As pessoas iam passando, olhando e eu imaginando o que elas pensavam. “Hum, mochileiro sujo, não vou sentar aqui!” ou “Eita branquelão feio, sai fora…” Até que Gakiema, uma jovem sulafricana, sem muita opção, com o ônibus praticamente cheio, se sentou. Ela havia passado férias com os amigos e agora voltava pra casa. Fomos batendo papo e as primeiras paradas foram acontecendo. Sempre durando de dez a quinze minutos. A terceira, já bem tarde, foi no meio da estrada. A quarta e a quinta também e quando o motorista reserva passou com um galão de água, vi que a m… tava armada! Resultado: bomba de água vazando e a sexta parada, às 3h30 da manhã foi um pouco mais longa, de apenas 8h30. Bom, daí em diante explorei todo o posto de gasolina onde estávamos, cochilei no ônibus, fui ao banheiro, li, escrevi e o sol nasceu… os grupos de personagens já haviam se formado. Algumas famílias cuidavam das crianças, outros olhavam pro vento, algumas senhoras batiam papo e três ou quatro passageiros que pareciam entender de mecânica se prontificaram a tentar reparar o ônibus. Pô, isso não é pra empresa fazer? Ou então deveriam mandar outro ônibus? Os motoristas que também trabalhavam no conserto diziam que a empresa havia mandado um mecânico. O problema é que isso havia sido há muito tempo e ele não tinha aparecido. Será que tinham chamado um mecânico da Zâmbia? Eu estava tranqüilo, mas a partir de um certo momento, comecei a fazer o papel de chato, perguntando que horas isso seria resolvido, falando que havia várias crianças no local, perguntando se a empresa já tinha mandando outro veículo… mas as respostas não foram muito satisfatórias! Um senhor com cara de europeu e barba bem branca, usando o um terno bege, me chamou a atenção. Era Stefan, um viajante alemão. Conversando com ele, descobri que por lá as coisas eram assim. Os africanos simplesmente aceitavam e esperavam, sem reclamar…

Quando passava de meio-dia, a cerveja já estava rolando e o local parecia um forno de pizzaria, o ônibus ficou pronto. Alegria geral e reembarcamos. A partir daí, qualquer redução de velocidade sem razão clara era motivo de pânico, mas nada mais aconteceu. Cheio de novos amigos, segui, acompanhando o desembarque do povo pelas cidades do caminho. Quando, já de madrugada, chegamos a Cape Town. Pois é, a viagem que deveria durar no máximo 18 horas, havia durado 30. No centro e Cape Town, apenas 10 passageiros ainda estavam no ônibus, e nos dividimos para pegar taxis até as acomodações. Segui com Stefan e mais um rapaz, que desceu antes. Stefan, que supostamente ainda pegaria um trem para uma cidade próxima, teve que dormir em Cape Town. Sugeri que fosse comigo pro hostel que eu tinha reservado. Quando chegamos lá, nada de abrirem a porta e o segurança da rua nos ajudou ligando para o dono do hostel. Steve, o dono, veio nos atender com cara de sono e descabelado. Nada mais justo, pois o relógio já apontava 2h da madrugada. Ele nos disse que só tinha uma cama sobrando, quando notou nossa cara de desespero e lembrou que 2 pessoas haviam saído, por sorte, durante aquela noite. O ajudamos a preparar o quarto e após um rápido banho, desmaiei!

Em breve tem mais, com minha visita à primeira Maravilha da viagem!

Virada de ano na África!

•8 janeiro 2012 • 5 Comentários

Não conseguimos dormir até muito tarde. O calor começou cedo e o sol já aparecia às 5 da manhã.

Arrumamos as coisas e partimos para Sossusvlei. Após uma hora de carro admirando paisagens fantásticas e animais como springboks, suricatos, macacos, chacais e muitos pássaros, chegamos ao local onde era o nosso limite em um carro de passeio. Dali em diante, só de 4×4. Pagamos o “shuttle” e seguimos para conhecer o coração do deserto da Namíbia. Deadvlei impressionou. Dunas bordeando lagoas secas e árvores mortas. O cenário me lembrou alguns episódios do desenho “A Caverna do Dragão”. Caminhamos por horas, com paradas para beber água, tirar fotos e conversar com alguns outros andarilhos. De lá, Sossusvlei em si, um grande oásis no meio do deserto e uma família de avestruzes nos fez companhia. O dia foi realmente cheio e voltamos bem cansados para o Camping.

À tarde, saímos em direção à costa da Namíbia, Após várias horas de estrada (três delas sem cruzar sequer um carro), chegamos a Wavis Bay. Já era noite e a busca por acomodação foi difícil. Na terceira tentativa, surgiu um daqueles anjos da guarda que aparecem por aí: Victor. A pousada dele já estava cheia (assim como quase todo o resto da cidade), pois era véspera de ano novo, mas ele se prontificou a nos ajudar. Simpatizante dos brasileiros, entre um papo e outro e uma xícara de café, ele telefonava para a cidade toda. A família já estava toda mobilizada para nos ajudar quando ele finalmente conseguiu um lugar para passarmos a noite.

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Fomos apresentados à Muriel, uma simpática e falante senhora casada com Trevor, um senhor sisudo e de bom coração. Conhecemos também suas filhas e pouco depois já estávamos convidados para passar a virada de ano com eles, na praia.

No dia seguinte passeamos pela cidade e esperamos a chegada do réveillon. Foi difícil, mas conseguimos falar com o Brasil. De lá, partimos pra a praia, onde o camping seria armado. A festa foi completa, com direito a churrasco, bebidas e fogos. Nos sentimos bem a vontade e 2012 chegou de uma maneira bem diferente e legal! Após uma soneca no carro, voltamos para a pousada e o primeiro dia de 2012 acabou sendo de aventura!

Em Swakopmound, cidade vizinha a Wavis Bay, que tem uma cara muito alemã, alugamos quadriciclos e fomos para as dunas nos divertir. Foi sem dúvida uma experiência diferente e voltamos satisfeitos!

No dia seguinte nos despedimos da família, trocamos contatos e seguimos viagem. Conhecemos melhor o litoral, aproveitamos a praia e de lá seguimos de volta a Windhoek!

Daqui, Aninha volta para o Brasil e eu sigo na meu mochilão, de ônibus, para a África do Sul. Em breve todas informações sobre essa viagem que foi bem longa!

Até breve e sigam me acompanhando por aqui, no facebook e no twitter!

Primeira parada: Namíbia!

•4 janeiro 2012 • 3 Comentários

Desta vez, a passagem por Joanesburgo foi bem rápida. Eu e Aninha, minha companheira nesse início de volta ao mundo, passamos uma noite no confortável hostel Mbizi. Patrick, o dono, nos deixou no aeroporto no dia seguinte para embarcarmos para Windhoek, capital da Namíbia!

O país possui paisagens incríveis, um povo amistoso, preços razoáveis e uma mistura cultural entre alemães (colonizadores) e africanos. Muito interessante!

O problema inicial foi escolher os destinos a visitar. Pelo número de dias que tínhamos e, levando em consideração o tamanho do país, montamos um roteiro pela região centro-sul.

O foco principal foi o Deserto, que domina grande parte do território. Na capital Whindhoek, onde nos instalamos no Hostel Chameleon, alugamos um carro (mão inglesa + câmbio manual = mais aventura) e seguimos rumo ao sul. Aquelas cidades destacadas no mapa, onde esperávamos alguma estrutura, passavam quase que como vilarejos. Horas (e muita areia) depois, chegamos a Solitaire. O nome já dizia tudo e a cidade parecia um cenário de faroeste. Um alemão gordo e barbudo, com roupas rasgadas e imundas (carinhosamente apelidado de “Papai Noel Sujo” pela Aninha) nos recebeu e foi logo dando as instruções sobre acomodação, se prontificando a ajudar e telefonando para conhecidos. No retorno, quando passamos novamente por lá, desconfiamos que ele fosse o dono da cidade. Ou seria o prefeito? Enfim, ele mandava na padaria, no mercado e no posto que eram os 3 estabelecimentos da região. Não vimos mais nada além disso e de uns carros abandonados por lá.

Compramos umas frutas e seguimos, correndo contra o tempo pra conseguir chegar a Sesriem antes de anoitecer. O sol baixou e não conseguimos. Às 21h estávamos acomodados no Weltevrede, um lodge mais arrumado (é, não tivemos opção!), de uma simpática sra. alemã, onde jantamos e dormimos.

Logo cedo tomamos café e saímos para Sesriem. A temperatura já era bem alta, mas mal sabíamos que chegara aos 41 graus à tarde. Chegamos e encontramos o Camping Nacional de Sesriem, porta de entrada para Sossusvlei, já dentro do Parque Naukluft, que abriga o deserto. O problema é que não tínhamos barraca e o camping já não tinha nenhuma para alugar. Suri, nosso carro, serviria de acomodação nessa noite, mas antes aproveitamos as instalações do camping, com piscina e bar. À tarde, curtimos um incrível por do sol da Duna 45, que foi o aperitivo para o que nos esperaria no dia seguinte.

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Em breve, mais sobre a Namíbia! A conexão estava complicada e tudo fechado para o feriado, então o post demorou! Vejam as fotos aqui e no facebook do Mochileiro das Maravilhas!

E lá fui eu…

•26 dezembro 2011 • 4 Comentários

É isso aí pessoal, aqui está a minha última foto tirada em território brasileiro! 

Para os amigos que estavam pedindo o itinerário, aqui está:

Namíbia => África do Sul => Tailândia => Malásia => Singapura => Indonésia => Vietnam => Hong Kong => Filipinas => Coreia do Sul => Estados Unidos =>Brasil

Tenho uma previsão de dias em cada lugar, mas isso pode (e deve) ser alterado frequentemente de acordo com os acontecimentos!

Espero que curtam os posts, as fotos e notícias do Mochileiro, que já está em Joanesburgo, na África do Sul e vai amanhã para a Namíbia!

“Adote um Mochileiro” já é um sucesso!

•23 dezembro 2011 • Deixe um comentário

Mochila sendo preparada, passagens, equipamento, documentação sendo revisados e não é que a campanha “Adote um Mochileiro” vai dando resultados?!

Pois é, menos de uma semana após a divulgação da campanha, já tenho abrigo em vários lugares, como Penang (Malásia), Labuan Bajo (Indonésia), Singapura e Hong Kong. E tem muita gente se articulando para conseguir outros abrigos pro Mochileiro das Maravilhas… muito obrigado, pessoal!

O fato de conseguir lugares para ficar representa muito para um mochileiro. A verdade é que desta vez estou viajando com um equipamento diferente para filmar tudo durante a viagem e a segurança conta muito. Além disso, o fato de ter pessoas que conhecem bem os locais visitados, ajuda a deixar a viagem mais interessante e o conteúdo que vou produzir ficará bem mais legal!

Bom, acho que o próximo post já será do continente africano, então desejo a todos um Feliz Natal e uma noite de muitas alegrias!

Mochileiro na BAS!

•21 dezembro 2011 • Deixe um comentário

E vejam aí a primeira chamada da nova aventura do Mochileiro das Maravilhas! É na BAS, a Sociedade Brasileira de Aventura, que apoia e incentiva o esporte de aventura e seus praticantes!

Pois é, apoiadores, patrocinadores e mídia interessados no projeto, as portas estão abertas!!!

Clique aqui e veja a chamada completa!

De Volta ao Mundo!

•15 dezembro 2011 • 3 Comentários

Passagem emitida e, dia 26 de dezembro, a nova Aventura do Mochileiro das Maravilhas vai começar!

Visitarei as Maravilhas Naturais do Mundo e outros locais interessantes, reencontrando amigos, fazendo novos e mostrando tudo aqui, no meu twitter, no facebook e em outros canais (novidades em breve)!

Fique de olho e participe desde já da campanha “Adote um Mochileiro”! Basta ver a lista de lugares abaixo e, se tiver um amigo ou conhecido no local, me apresente a ele! Ah, se ele tiver um espaço no sofá apenas um teto (sim, vou levar meu saco de dormir), eu agradeço! Se ele quiser ser guia por 1 dia e me mostrar sua cidade, melhor ainda, pois além de fotografar, vou gravar toda a aventura com um equipamento super especial que vocês conhecerão em breve!

África do Sul, Namíbia, Tailândia, Malásia, Singapura, Indonésia, Filipinas, Vietnam, Hong Kong, Coreia do Sul, Estados Unidos e Brasil.

Até mais!

Comissários em treinamento: nada de moleza!

•13 dezembro 2011 • Deixe um comentário

Para quem não conhece os bastidores da formação de um comissário de bordo, aqui está uma reportagem sobre o treinamento de um grupo de 255 aspirantes à profissão, na mata.

No interior de São Paulo, os alunos do Centro Educacional de Aviação do Brasil (CEAB) passaram o dia aprendendo técnicas de resgate e sobrevivência, como socorrer sobreviventes, conseguir alimento e água, montar um abrigo e se proteger de animais peçonhentos.

Pois é, você achava que era só aulinha teórica e moleza?

Veja a matéria completa aqui!